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Guia para Famílias

Como escolher um fisioterapeuta domiciliar de confiança

Registro no CREFITO, avaliação completa em casa, plano explicado e família por perto: o que observar antes de contratar fisioterapia domiciliar.

Dra. Rejane Fiori
Dra. Rejane Fiori CostaCREFITO 155309-F | Responsável Técnica
27 de Outubro de 20266 min de leitura
Como escolher um fisioterapeuta domiciliar de confiança

Quase sempre a busca começa com pressa. O pai teve alta do hospital ontem, a mãe caiu no banheiro na semana passada, o médico disse "precisa de fisioterapia" e ninguém da família sabe por onde começar. Aí aparecem cinco nomes no Google, três indicações no grupo da família, e cada um parece igual ao outro.

Não é. Um bom fisioterapeuta domiciliar tem registro ativo no CREFITO, faz uma avaliação completa antes de qualquer exercício, explica o plano em palavras que a família entende e chama quem cuida do idoso para participar. Simpatia e horário flexível contam, mas vêm depois disso.

Abaixo está o que vale observar, na ordem em que costuma aparecer.

O fisioterapeuta tem registro ativo no CREFITO?

É a primeira coisa e a mais simples. Todo fisioterapeuta precisa estar inscrito no conselho regional do estado onde atende. Na Bahia, é o CREFITO-7. O número vem com a letra F no final, por exemplo "CREFITO 155309-F", que é o registro da Dra. Rejane Fiori.

Peça o número sem constrangimento. Quem trabalha direito informa na hora, e dá para conferir no site do próprio conselho se o registro está ativo.

A primeira visita é uma avaliação de verdade?

Desconfie de quem chega e, em dez minutos, já está passando exercício. A primeira visita serve para entender a pessoa e a casa. Em geral, o fisioterapeuta:

  • •pergunta sobre a história do problema, cirurgias, quedas e remédios em uso;
  • •pede para ver exames e relatórios médicos;
  • •observa como o idoso levanta da cadeira, anda, vira o corpo e se equilibra;
  • •olha os lugares onde ele passa o dia: quarto, corredor, banheiro;
  • •pergunta o que a família e o próprio paciente querem recuperar.

Essa última pergunta é a que mais diz sobre o profissional. "Voltar a ir à missa", "tomar banho sozinha", "sentar à mesa com os netos" são objetivos que orientam o tratamento inteiro. Explicamos com mais detalhes o que é avaliado na fisioterapia domiciliar.

Ele explica o plano e diz como vai acompanhar a evolução?

Depois da avaliação, a família deveria sair sabendo três coisas: o que será trabalhado, com que frequência e como saber se está funcionando. Pode ser um teste repetido de tempos em tempos, uma distância que o paciente consegue caminhar, a quantidade de apoio de que ele precisa para levantar.

Outro sinal importante: ninguém sério promete prazo de recuperação fechado. Cada corpo responde de um jeito, e o profissional honesto fala em objetivos e em reavaliações, não em garantias.

A família é ouvida e orientada?

O fisioterapeuta passa uma hora na casa. A família passa o resto do dia. Por isso, o atendimento em casa funciona melhor quando quem cuida aprende junto: como ajudar a levantar sem forçar as costas, que exercício pode ser repetido entre as sessões, o que mudar no banheiro.

Repare se o profissional explica isso com calma, se responde às perguntas do cuidador e se deixa um canal para dúvidas entre uma visita e outra.

Ele conversa com o médico quando precisa?

Fisioterapia não substitui o acompanhamento médico, e um bom profissional sabe disso. Se aparecer uma dor diferente, um inchaço, falta de ar, confusão mental ou pressão fora do normal, ele interrompe o exercício e orienta a família a procurar o médico. Também não mexe em remédio nem em dieta.

Ele tem experiência com o caso do seu familiar?

Reabilitar alguém depois de um AVC é diferente de acompanhar um idoso com Parkinson, que é diferente de recuperar uma prótese de quadril. Pergunte diretamente: "você já atendeu casos parecidos?". A resposta, e o jeito como ela vem, contam muito.

E a parte prática?

Combine antes como funcionam os horários, o que acontece se for preciso remarcar e por onde falar com o profissional. Na DomMov, o atendimento é particular, de segunda a sexta, das 7h às 19h, em Salvador e Lauro de Freitas, e o contato é direto com a Dra. Rejane pelo WhatsApp.

Antes de decidir, pergunte

Qual é o seu número no CREFITO?
Como vai ser a primeira visita?
Quais objetivos você propõe e como vamos acompanhar a evolução?
O que a família pode fazer entre as sessões?
Você já atendeu casos como o do meu familiar?
Em que situações você vai pedir para procurarmos o médico?
Dra. Rejane Fiori Costa, fisioterapeuta responsável técnica da DomMov

A Dra. Rejane Fiori (CREFITO 155309-F) é a fisioterapeuta responsável técnica da DomMov, com mais de 16 anos de experiência em reabilitação e atendimento domiciliar. Atende adultos e idosos em casa, em Salvador e Lauro de Freitas.

Conheça a Dra. Rejane

Perguntas frequentes

Fisioterapia domiciliar vale a pena?

Costuma valer quando sair de casa é difícil ou arriscado: depois de cirurgia ou internação, com dificuldade para andar, risco de queda ou quando o deslocamento cansa mais do que a própria sessão. Outra vantagem é treinar o paciente no lugar onde ele vive. Para quem anda bem e sai sozinho, a clínica pode ser suficiente.

Preciso de pedido médico para começar?

No atendimento particular, não é obrigatório. Mas relatórios, exames e a lista de remédios ajudam muito na avaliação. Por isso, vale separar tudo antes da primeira visita.

Como confiro se o registro do fisioterapeuta é válido?

Peça o número de inscrição e consulte no site do conselho regional do estado. Na Bahia, é o CREFITO-7.

O fisioterapeuta pode mudar a medicação do idoso?

Não. Isso é com o médico. O fisioterapeuta pode e deve avisar a família se notar algo que precise ser levado ao médico.

Quer fazer essas perguntas para a Dra. Rejane?

Converse direto com a Dra. Rejane Fiori pelo WhatsApp. Atendimento domiciliar em Salvador e Lauro de Freitas.

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